Alguns dos trabalhos mais importantes e que me fizeram reflectir e aprender durante este curso EFA de instalação e gestão de redes…


Estes são alguns dos trabalhos que consegui relacionar com a minha trajectória de vida e que me fizeram reflectir sobre muitas das atitudes que tive e que poderei vir a ter. Sei que me irão ajudar a melhorar o Eu...



“ Sinto-me único e especial “


(qualidades e defeitos)


Eu…


Fisicamente sou uma pessoa como as outras… igual a mim própria…Todos somos diferentes uns dos outros. Psicologicamente considero-me uma pessoa bastante activa. Gosto de movimento, e a minha vida não pode entrar em rotina.

Sou responsável e divertida. Tenho 2 grandes defeitos: sou muito consumista e muito teimosa (por vezes em excesso).

Não suporto pessoas desorganizadas e preguiçosas, mentiras e faltas de educação. Tenho de sentir, que acordo todos os dias com uma nova meta a atingir e tenho de ter os meus objectivos bem definidos.



Eles acham… (os meus pais)



A minha mãe disse-me que sou bonita e o meu pai “jeitosa”. Psicologicamente acham que sou a filha que sempre quiseram, (isto dito por eles), sou amiga , prestável, inteligente e responsável.

Como características menos boas acham-me vaidosa, consumista (não em exagero), bruta, teimosa e de ideias fixas. Em parte os meus defeitos ajudam-me a ser uma pessoa bastante objectiva e com a pouca idade que tenho, consigo ter um projecto de vida bem definido e isso gera-lhes tranquilidade a cerca do meu futuro.


Identidade e Alteridade

Nas minhas vivencias pessoais nunca tive muitos episódios relacionados nem com a migração, imigração ou emigração.

Nunca sai do país e a viagem mais longa que fiz até hoje foi ao Algarve. Sempre vivi na região centro do país e apesar de nunca ter saído do distrito de Coimbra, mudei de residência três vezes.

Já pertenci a três concelhos.

O primeiro em que residi pertencia ao concelho de Coimbra, um meio pode-se dizer quase citadino. Morava em Cernache a 5 minutos de Coimbra logo tinha tudo muito perto e uma constante rede de transportes.

O segundo foi uma mudança radical. Passei do meio quase “cidade” para o meio totalmente rural. Agora vivia numa localidade que se pode chamar de lugar, pois só tem meia dúzia de casas e tudo o que precisávamos só poderíamos encontrar em Penela ou Condeixa. Este lugar nome Casal da Azenha pertencente ao concelho de Penela.

Terceira, Fornos-de-Castel, concelho de Condeixa-a-Nova. Voltei a civilização ainda mais evoluída que Cernache apesar de mais distanciada de Coimbra, Condeixa hoje é auto-suficiente. Não precisamos de nos dirigir a Coimbra para quase nada. Temos hospital, Bombeiros, tribunal, segurança social, vários supermercados já de uma dimensão media… etc. Pronto e resumidamente a única experiência que vivi foi de migração mas a um nível muito reduzido e sem grande impacto no meu modo de vida.

Na minha família tive conhecimento de casos de emigração. Tenho vários primos em França, que só regressam a Portugal 2 vezes por ano de ferias e também alguns no Brasil mas estes a muito que não tenho contacto com eles.

Face então ao acolhimento da população migrante, presenciei também algumas situações.

Neste caso tratava-se de uma imigrante ucraniana. Encontrava-se em situação ilegal no país. No nosso país existem muitas burocracias e medidas a ser tomadas para a legalização, e por vezes, como estas pessoas inicialmente tencionam só ficar por uns tempos acabam por não se legalizarem. Querem conseguir ganhar dinheiro suficiente e poderem vir a ter um nível de vida melhor no seu país de origem. Claro que por vezes as coisas se complicam e a vida não esta fácil em nenhum local.

O nosso país apesar de ter um nível de poder de compra muito superior ao da Ucrânia, se esse poder de compra for aplicado cá vai acabar por ter o mesmo valor. Resumindo se o que se pretende é juntar dinheiro tem de se levar uma vida de completa abstinência. Limitar-se a trabalhar comer e dormir, isto todos os dias.

A Maria (este era o seu nome) conseguiu num ano oferecer um nível de vida muito melhor aos seus filhos e marido que tinham ficado na Ucrânia enviando todos os meses parte do seu salário mas em contrapartida as saudades eram muitas. Face a esta situação a Maria acabou por ficar mais tempo cá que o que previa e teve de se legalizar. O marido e os seus dois filhos decidiram vir também para Portugal.

Surgiram alguns problemas de racismo.

A Maria tinha tido sorte em arranjar uns bons patrões que nunca questionaram a sua origem mas o seu marido via-se confrontado diariamente com recusas de trabalho devido ao facto de ser Ucraniano. Esteve ainda muito tempo sem conseguir emprego e as coisas ai complicaram-se um pouco. Com os meninos também tiveram muita dificuldade em conseguir entrar na escola, isto devido também no meu ver ao racismo existente na sociedade. Eu não me considero uma pessoa racista, antes pelo contrário acho que muitos dos imigrantes existentes no país podem trazer melhorias ao mesmo. É claro que também tenho consciência que cada imigrante que entra no nosso país vai ocupar provavelmente um local de um português no mercado de trabalho dai existirem cada vez mais pessoas no desemprego. Todas as pessoas têm direito a uma vida e a uma oportunidade e acho que se todos cooperássemos uns com os outros o nosso mundo e em particular o nosso país estaria muito melhor, mas não é isso que acontece e as pessoas movem-se por sentimentos que só vão piorar a sua própria situação. O racismo, a ganância, a avareza… etc. só levam a uma maior discórdia a problemas.

Acho que se as pessoas conseguissem por principalmente o racismo um pouco de parte ia ser tudo muito melhor.


O elemento…







Em Portugal existe uma grande diversidade de culturas e etnias, isto quer dizer que existe uma diversidade de outros povos no nosso país.

Têm vindo de todo o mundo, mas os mais evidenciados são os brasileiros, os africanos e os chineses. Possivelmente não se encontra um número exacto dos vários povos existentes no nosso país porque alguns mantêm-se em situação ilegal.

Pelo que nos apercebemos, os imigrantes tem idades compreendidas entre os 25 e os 40 anos, trazendo com eles os filhos menores. A maioria até tem escolaridade elevada, mas sujeitam-se aos empregos precários na esperança de terem uma vida melhor que a que tinham no seu país.

Ainda existe muito preconceito em relação a outras culturas ou etnias, mas como território de acolhimento temos o dever de saber viver em sociedade e com variadas etnias.

A migração é um fenómeno antigo e devido a isso as comunidades humanas foram cruzando fronteiras, encontrando outros povos, outras culturas e importando assim alguns traços e pedaços da sua herança cultural por onde passavam.

Por exemplo na Europa o número e a origem varia consideravelmente no tempo, dependendo da situação política e económica dos países.

Embora o crescimento tenha sido evidente nas últimas décadas, a convivência entre as diversas etnias no nosso país ainda fica muito aquém do que se imagina, facto que se deve às mentes retrógradas que ainda encontramos.

As próprias etnias também se excluem um pouco da sociedade como que se tivessem complexos de inferioridade.

Em Portugal a etnia mais descriminada é sem duvida a comunidade cigana, porque eles próprios se isolam no mundo deles e afastam a restante sociedade, acabando por ter difícil acesso à habitação, à educação e o mercado de trabalho também está completamente fora do seu alcance.

Discriminados são também os chineses que se deparam com algumas dificuldades em relação ao comércio, (lojas. restaurantes, etc.)

A desigualdade está presente no mercado de trabalho e apesar de existirem instrumentos legais que poderiam reverter esta situação, os imigrantes e minorias étnicas encontram a descriminação em relação aos cidadãos locais em, salários mais baixos, condições de trabalho precárias e abaixo das suas qualificações.

A existência de uma significativa comunidade de imigrantes indocumentados e a ausência dos direitos inerentes a este estatuto legal, inibe a cidadania imigrante e a participação plena dos mesmos na sociedade Portuguesa.

Várias organizações trabalham na promoção do direito à habitação, da igualdade e da necessidade de estabelecer a lei da Nacionalidade.

Em Portugal existem cerca de 40.000 cidadãos de etnia cigana.

Os imigrantes mais pobres também estão sujeitos a situações de descriminação, por exemplo, há entidades e empresas que se recusam a entregar os seus produtos em zonas maioritariamente habitadas por estrangeiros.

É essencial actuar contra estas situações e expô-las com o objectivo de encorajar o tratamento igual entre qualquer cidadão, seja ele, estrangeiro, cigano ou de outra cultura, mas na prática não se tem verificado.

De acordo com o último estudo sobre «precariedade social e integração» a percentagem da população europeia em risco de pobreza e de exclusão social na Europa varia entre 9% e 22% (Conselho Europeu 2001).

Uma pessoa é considerada socialmente excluída quando está impedida de participar plenamente na vida económica, social e civil e/ou quando o seu acesso ao rendimento e a outros recursos (pessoais, familiares e culturais) é de tal modo insuficiente que não lhe permite usufruir de um nível de vida considerado aceitável pela sociedade em que vive.

A exclusão social pode, portanto, ser definida como uma combinação de falta de meios económicos, de isolamento social e de acesso limitado aos direitos sociais e civis; trata-se de um conceito relativo dentro de

qualquer sociedade particular e representa uma acumulação progressiva de factores sociais e económicos ao longo do tempo.

Os factores que podem contribuir para a exclusão social são os problemas laborais, os padrões de educação e de vida, a saúde, a nacionalidade, a toxicodependência, a desigualdade sexual e a violência.

O consumo de droga pode ser encarado, seja como uma consequência seja como uma causa de exclusão social. Este pode deteriorar as condições de vida, mas, por outro lado, os processos de marginalização social podem ser um motivo para se começar a consumir droga. No entanto, a relação entre toxicodependência e exclusão social não é de natureza causal, porque a exclusão social não se aplica a todos os toxicodependentes.

Tendo em conta esta complexidade, é possível não só analisar o consumo de droga entre populações socialmente excluídas, mas também estudar a exclusão social entre os toxicodependentes.

A exclusão do tipo cultural, podem ser um dos motivos que levam a sociedade a dificultar a integração social.

Se todo o ser humano fosse mais tolerante, mais racional, mais paciente para com todos os que nos rodeiam, talvez conseguíssemos um mundo melhor, quem sabe a exclusão social diminuísse.

A REAPN é uma entidade sem fins lucrativos, reconhecida como Associação de Solidariedade Social, de âmbito nacional, tendo sido constituída notoriamente a 17 de Dezembro de 1991. Em 1995, é reconhecida, pelo Instituto de Cooperação Portuguesa, como Organização Não Governamental para o Desenvolvimento (ONGD), entre esta existem muitas mais.

A erradicação da pobreza e da exclusão social é indiscutivelmente dos principais desafios do desenvolvimento e dos direitos humanos do nosso século, havendo uma consciencialização crescente que é imperioso conciliar o desenvolvimento económico com a justiça social.

A dimensão e a complexidade destes fenómenos estão bem patentes nos objectivos de desenvolvimento do Milénio definidos pela ONU em 2000, onde se define como meta a redução da pobreza extrema e da exclusão social entre os indivíduos para metade até 2015. Também em 2000, a União Europeia, a partir da Cimeira de Lisboa, retomou estes temas como uma preocupação central da construção europeia, colocando o objectivo da coesão social ao mesmo nível do crescimento económico e do emprego.

Embora os resultados alcançados, até ao momento, tenham ficado muito aquém das expectativas, a verdade é que não podemos esquecer que o caminho a percorrer é longo e implica concertação de meios e vontades.

Mas, o facto de estes mesmos temas e preocupações voltarem novamente para o centro das agendas políticas nacionais e internacionais significa que a prioridade se mantém e que envolve toda a sociedade.

As análises de ADN (ácido desoxirribonucleico) (anexo 1), em virtude da sua presumida fiabilidade, são cada vez mais empregadas para fins judiciais, suplantando as tradicionais provas serológicas.

Os exames para a identificação humana por ADN podem ser utilizados para rapidamente estabelecer vínculo genético, exonerar falsos suspeitos ou relacionar criminosos a cenas de crime e estas entre si, conduzindo a significativa economia de tempo e dinheiro à justiça. Contudo, a forma de implantação destes testes não foi devidamente acompanhada pelos órgãos competentes a fim de garantir a fiabilidade de muitos dos serviços oferecidos em território nacional.

A grande velocidade com que esta tecnologia foi imposta e a falta de informação contribuem para a existência de incertezas que eventualmente surgem, tornando imprescindível em muitos casos a nomeação de um perito competente para avaliar os procedimentos laboratoriais adoptados e auxiliar na análise dos resultados no contexto do caso.

Com a excepção dos gémeos idênticos, o património genético de cada pessoa é único. Existem sequências hipervariáveis na molécula de ADN que, por serem altamente poli mórficas, podem ser utilizadas para distinguir indivíduos e estabelecer vínculo genético.

O caso Pitchfork, na Inglaterra, foi o primeiro em que se empregou a tipagem genética para relacionar crimes em série e identificar os criminosos, além de provar a inocência de suspeitos. Desde então, as técnicas de genotipagem passaram a ser disseminadas por todos os continentes. Entretanto, casos com New York State versus Castro, no qual o laboratório responsável pelos exames falhou na execução dos testes e apresentou interpretações equivocadas para os resultados, provocaram a busca por padrões de qualidade mais rígidos.

Este caso serviu de base para associações de advogados nos Estados Unidos da América requisitarem a reabertura de diversos processos resolvidos com o auxílio da tipagem genética naquele país.

Em verdade, as análises de ADN para identificação humana e determinação de vínculo genético estão a provocar uma verdadeira revolução nos tribunais e vários laboratórios clínicos estão a migrar para o

campo dos exames genéticos, uma vez que estes serviços constituem uma lucrativa actividade. As tipagens através da análise de ADN são um importante instrumento para a distribuição de justiça, tornando os processos mais ágeis. Entretanto, será que os testes laboratoriais e a interpretação de seus resultados são isentos de erro? De facto, para que se faça justiça a credibilidade das genotipagens é necessário que se execute várias etapas para obter um perfil do ADN e, em cada uma delas, é preciso aplicar rigorosos procedimentos para a garantia da qualidade dos resultados. A não utilização dos controles de qualidade efectivamente pode levar a interpretação equivocada dos resultados.

Historicamente, nos países onde as tecnologias aqui discutidas foram primeiro aceites como forma de obtenção de provas periciais, houve uma fase de muitas controvérsias antes da larga aceitação que os testes de ADN hoje possuem. Este período foi marcado por debates que acabaram por estabelecer rigorosos padrões para a execução dos exames.

Várias interpretações podem ser obtidas a partir de uma análise de ADN. Em investigações genéticas, a validade dos resultados depende do cálculo das frequências populacionais dos marcadores. Para isto, as fontes destas frequências devem estar disponíveis a qualquer pessoa ligada ao processo que necessite desta informação. Vale ressaltar que pode haver variações na composição genética entre grupos populacionais, sendo este um factor adicional a ser considerado. A expressão estatística dos resultados deve ainda basear-se na presença ou não de misturas de material biológico, como é frequentemente encontrado em casos de abuso sexual.

Deste modo, torna-se necessário avaliar rotineiramente os procedimentos e consequentes interpretações dos exames de ADN. Considerando-se ainda a pouca experiência dos laboratórios nacionais neste sector, pode-se gerar algum receio a cerca da vulnerabilidade dos testes genéticos.

O ADN faz parte da nossa identidade, é como um cartão que nos identifica, ele é responsável pela transmissão das características hereditárias de cada espécie de ser vivo e é através de análises ao sangue que se identifica.

O interesse dos pesquisadores pelo ADN de determinadas populações pode levar á descoberta das causas de doenças genéticas que atingem várias gerações. Determinados pesquisadores através do ADN tentam verificar se certas etnias são mais resistentes a determinadas doenças, etc.

O fenótipo dos indivíduos resulta de interacções que se estabelece entre factores ambientais e o genoma.

O genoma dos indivíduos em circunstancias diversas sofre alterações chamadas mutações.

As mutações ocorrem frequentemente de forma espontânea como resultado da acção de agentes mutagénicos internos ou externos ao organismo.

Existem vários tipos de mutações, mutação genética, que envolve uma alteração pontual ao nível dos nucleóticos de um gene, a mutação cromossómica envolve uma estrutura ou número de cromossomas, afectam porções de cromossomas.

As mutações podem ocorrer espontaneamente na natureza ou serem induzidas por exposições a determinadas irradiações ou os ascendentes eram portadores dessas mutações porque as continha nas suas células.

Por exemplo: os cancros são genéticos, porque resultam das alterações do ADN, também existe os cancros hereditários, mas são muito mais raros.

Hoje é possível saber com alguns bons anos de antecedência que tipo de doenças poderá sofrer um indivíduo no futuro, simplesmente através duma análise ao ADN.

Em humanos, as mutações mais comuns (simples) ocorrem entre os cromossomas 14 e 21 (variação da Síndrome de Down). Outras mutações foram observadas, entre os grupos D e G, B e D, C e E. Na maioria dos casos existem numerosas anomalias feno típicas, e geralmente ocorre um aborto espontâneo, ou morte poucos meses após o nascimento. Um exemplo pode ser a leucemia mielógena crónica, na qual ocorre uma mutação entre os cromossomas 22 e 9.

Nos seres humanos foi avaliado que aproximadamente 4% de todas as gestações clinicamente identificadas possuem alguma forma de trissomia. Além disso, em fetos humanos abortados já foi encontrada uma trissomia para cada um dos cromossomas.

Entre as mais comuns estão a trissomia do 21 (Síndrome de Down), 18 (Síndrome de Edwards) e 13 (Síndrome de Patau). As trissomias (juntamente com polissomias) do Cromossoma X associado ao cariótipo masculino compõem a Síndrome de Klinefelter, onde a masculinização secundária é afectada, além de características congénitas. A trissomia do Cromossoma X, em mulheres, causa atraso mental. De forma geral, o grau de deficiência mental aumenta com o número de cromossomas X existentes.

O ADN de um organismo não é uma molécula estática. Frequentemente as suas bases estão expostas a agentes, naturais ou artificiais, que provocam modificações na sua estrutura ou composição química. Modificações súbitas e hereditárias no material genético são denominadas mutações.

Geralmente, os organismos portadores de uma mutação em um determinado Gene apresentam problemas na sua sobrevivência e diversas alterações. Todos os seres vivos sofrem um certo número de mutações, como resultado de funções celulares normais ou interacções aleatórias com o ambiente.

Tais mutações são denominadas espontâneas. A ocorrência de mutações pode ser aumentada pelo tratamento com determinados compostos. Tais compostos são denominados agentes mutagénicos e as modificações que eles causam mutações induzidas.

Adoptou-se que quando a mutação envolve grandes porções do Adn como um gene ou vários genes, ou ainda regiões de repetição, denomina-se apenas mutação. Quando a alteração é de uma base (que pode sofrer substituição, adição ou dilecção) e o resultado é o mau funcionamento do sistema celular que replica ou repara o ADN, ocorrendo alteração na cadeia polinucleotídica formada, ou de uma interferência química directamente sobre as bases do ADN, denomina-se mutação de ponto ou mutação pontual.

Principalmente a partir da década de 1940, vários cientistas desenvolveram as bases modernas da Biologia Molecular, que é o estudo da estrutura e função das moléculas biológicas

Em 1944, Avery, MacLeod e McCarty demonstraram que o ácido desoxirribonucleico (ADN) continha a informação genética.

A capacidade do ADN de controlar a célula foi provada em 1952, pela experiência com vírus bacteriófagos realizada por Hershey e Chase.

O conhecimento da estrutura do ADN motivou estudos que possibilitaram entender a auto duplicação em (1956), para poder decifrar o código genético dos aminoácidos. Em 1960, já se pode explicar o processo de transcrição, pelo qual o ADN sintetiza ADN. Em 1961,pode-se descrever o processo de tradução da informação genética do ADN para sintetizar proteínas.

Na década de 1970, descobriu-se que muitas bactérias possuem enzimas capazes de cortar segmentos de ADN estranhos que eventualmente penetram na célula bacteriana.

Na década de 1980, desenvolveu-se uma técnica muito mais rápida para a produção de cópias de ADN, denominada PCR (Polymerase Chain Reaction = Reacção em Cadeia da Polimerase).

No início de 2000, foi anunciado o término do sequenciamento completo do ADN humano, que estabeleceu a identificação dos 3,2 bilhões de pares de bases do ADN.

A partir das informações do projecto genoma, será possível identificar genes e entender o que fazem, produzir drogas que actuem sobre eles ou ainda que realizem a sua função. Agentes fermenta dores podem ser manipulados para se aumentar a sua eficiência ou produzir substâncias diferentes das originais. Mas as principais aplicações da Biotecnologia moderna estão relacionadas com a clonagem de animais e os organismos transgénicos.

Hoje em dia já é possível saber com alguns bons anos de antecedência que tipo de doenças poderá sofrer um indivíduo no futuro, simplesmente através duma análise ao ADN.





Conclusão:



Concluímos então que Portugal ainda hoje tem uma grande diversificação de raças e etnias, e estas são expostas diariamente a uma vasta descriminação social e cultural por parte da restante sociedade.

Verificamos quais os meios que contribuem para essa exclusão, tais como: a droga, a pobreza etc. …

No ano de 2000 a ONU colocou um objectivo de coesão social para que se verifica-se um maior crescimento económico e sucessivamente a redução da pobreza e exclusão social.

Verificamos também que um dos temas mais estudado no ceio cientifico tanto a nível nacional como internacional é o “património” genético (ADN) e como e onde este se emprega.

Deste (ADN) podem originar vários tipos de mutações tais como: síndrome de Douw, Albinismo, e mutações também com a mão humana como por exemplo, as que surgiram com a bomba de Hiroshima no ano de 1945.


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